Clube de Mães Atípicas de Jundiaí fortalece inclusão e apoio às famílias
Clube de Mães Atípicas de Jundiaí oferece acolhimento, apoio emocional e inclusão para famílias com crianças com deficiência.
O Clube de Mães Atípicas de Jundiaí completou seu primeiro ano de atuação em fevereiro, consolidando-se como uma iniciativa transformadora para mães de crianças com deficiência na cidade. O projeto, articulado pela Unidade de Gestão da Casa Civil em parceria com o Fórum Permanente da Pessoa com Deficiência, já beneficia dezenas de famílias, promovendo acolhimento, escuta ativa e fortalecimento emocional.
Um espaço para quem cuida
Criado a partir das demandas surgidas nas reuniões do Fórum, o Clube oferece uma rede de apoio que vai além da troca de experiências. Trata-se de um espaço de construção coletiva, onde mães compartilham desafios e soluções práticas da rotina com filhos neurodivergentes, com deficiência física ou múltipla. O grupo também contribui para a promoção de saúde mental, prevenção do isolamento social e incentivo à cidadania ativa.
Políticas públicas humanizadas
Ao valorizar o cuidado com quem cuida, o Clube demonstra na prática o avanço de políticas públicas que colocam o bem-estar da população como prioridade. A Prefeitura de Jundiaí, por meio da Casa Civil, tem reafirmado o compromisso com ações que promovam a inclusão e a qualidade de vida das famílias atípicas.
Durante o 5º encontro do grupo, realizado no auditório do Paço Municipal, depoimentos emocionantes reforçaram a importância do projeto. Mães relataram o impacto positivo na autoestima, no sentimento de pertencimento e na troca de informações que ajudam diretamente no acompanhamento do desenvolvimento de seus filhos.
Benefícios para toda a cidade
O fortalecimento do Clube de Mães Atípicas de Jundiaí não traz benefícios apenas às mães participantes, mas a toda a cidade. Uma rede de apoio bem estruturada contribui para diagnósticos mais precoces, favorece o acesso a serviços públicos, reduz sobrecarga nos sistemas de saúde e educação e cria um ambiente mais preparado para lidar com a diversidade humana.
Além disso, ao integrar mães atípicas às discussões institucionais, o projeto favorece políticas públicas mais precisas e conectadas com a realidade das famílias. Esse protagonismo coletivo é uma das marcas da gestão atual do município.
Caminho aberto para 2026
Com resultados concretos e impactos sociais visíveis, a Prefeitura já sinalizou que o grupo seguirá ativo em 2026, com possibilidade de ampliação das ações e conexões com outras políticas públicas inclusivas. A proposta é transformar a experiência do Clube em uma referência regional de acolhimento e cidadania para famílias atípicas.


