ojundiaiense
3 de fevereiro de 2026 |
Redação OJ

Reconstrução mamária é retomada com mais agilidade em Jundiaí

Saúde
Reconstrução mamária é retomada com mais agilidade em Jundiaí

Reconstrução mamária volta em Jundiaí com fila reduzida e cuidado integral às mulheres em tratamento oncológico.

A Prefeitura de Jundiaí retomou em 2025 as cirurgias de reconstrução mamária , fortalecendo a linha de cuidado oncológico com menos fila e mais atenção às mulheres em tratamento ou pós-tratamento do câncer de mama. A iniciativa une o Ambulatório da Saúde da Mulher, o Hospital São Vicente e o Hospital Universitário (HU) em um fluxo articulado que integra avaliação, cirurgia e acolhimento.

Tempo de espera menor, mais qualidade de vida

Antes da retomada, mulheres aguardavam até cinco anos para conseguir realizar o procedimento. Com a reorganização da rede de atendimento, esse tempo foi reduzido para cerca de seis meses, permitindo que mais pacientes tenham acesso ao direito à reconstrução — seja de forma tardia ou imediata, conforme a indicação médica.

O HU passou a oferecer cirurgias de forma periódica, com agenda constante, garantindo previsibilidade, agilidade e acolhimento dentro do Sistema Único de Saúde (SUS).

Procedimento que vai além do físico

De acordo com especialistas, a reconstrução mamária tem impacto direto na autoestima, segurança emocional e dignidade da mulher. Trata-se de um cuidado que transcende o corpo, reforçando o vínculo entre saúde física e bem-estar mental.

A retomada dessas cirurgias não representa apenas um avanço técnico, mas também uma sinalização de que a gestão municipal prioriza o cuidado humanizado em saúde pública.

Linha de cuidado oncológico estruturada

O fluxo montado pela Prefeitura contempla avaliação inicial, exames de imagem, cirurgias de mastectomia com ou sem reconstrução, e reabilitação. A paciente é acompanhada por uma equipe multiprofissional, com foco em garantir atendimento integral e contínuo.

Esse modelo fortalece a política pública de saúde da mulher em Jundiaí e diminui desigualdades no acesso ao tratamento oncológico, principalmente para pacientes em situação de vulnerabilidade.

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