ojundiaiense
11 de fevereiro de 2025 |
Redação OJ

Água de Jundiaí mantém alta qualidade, aponta relatório do DAE

Saneamento básico
Água de Jundiaí mantém alta qualidade, aponta relatório do DAE

DAE divulga relatório mensal de qualidade da água em Jundiaí, reforçando a segurança do abastecimento na cidade.

Análise mensal confirma padrões de potabilidade e segurança para consumo

A qualidade da água em Jundiaí continua sendo um motivo de tranquilidade para a população. O mais recente relatório do Departamento de Água e Esgoto (DAE), referente a janeiro de 2025, confirma que a água tratada nas três Estações de Tratamento de Água (ETAs) do município atende integralmente aos padrões estabelecidos pela legislação brasileira.

O documento, baseado em análises laboratoriais regulares, aponta que não houve qualquer contaminação microbiológica, reforçando a segurança do abastecimento na cidade.

Água sem contaminação: consumo seguro

Uma das principais conclusões do relatório é que todas as amostras coletadas passaram nos testes de potabilidade, sem a presença de coliformes totais ou Escherichia coli (E. Coli). Esses indicadores são essenciais para garantir que a água não apresenta risco de infecções ou doenças de origem hídrica.

Além disso, os parâmetros químicos e físicos também estão dentro das faixas recomendadas pelo Ministério da Saúde, assegurando um consumo seguro para a população.

Parâmetros químicos e físicos dentro dos padrões

Entre os aspectos analisados, o relatório destaca:

  • Fluoreto: Mantido entre 0,6 e 0,8 mg/L, quantidade adequada para ajudar na prevenção de cáries sem ultrapassar os limites de segurança.
  • Cloro Residual Livre: Essencial para a desinfecção, os níveis variaram conforme a estação de tratamento:
    • ETA A: entre 1,0 e 1,8 mg/L (média de 1,3 mg/L).
    • ETA Eloy Chaves: entre 1,4 e 2,8 mg/L (média de 2,3 mg/L), valor um pouco mais alto, mas ainda dentro dos padrões.
    • ETA Pacaembu: entre 0,5 e 0,9 mg/L (média de 0,7 mg/L).
  • pH: Variou entre 6,2 e 7,7, dentro do ideal para consumo humano e preservação da infraestrutura de distribuição.
  • Cor e turbidez: Mantiveram-se bem abaixo dos limites máximos permitidos, garantindo uma água visualmente limpa e sem partículas indesejadas.

Destaques e pontos de atenção

Um dos pontos observados no relatório foi o nível de cloro residual na ETA Eloy Chaves, que apresentou média de 2,3 mg/L. Embora dentro dos padrões, esse valor é superior ao das outras estações, o que pode indicar uma desinfecção mais intensa, necessária devido à qualidade da água bruta ou ao tempo de distribuição até as residências.

Outro ponto destacado foi o pH mínimo de 6,2 na ETA Pacaembu, que pode demandar atenção para evitar possíveis efeitos corrosivos nas tubulações ao longo do tempo.

Sistema eficiente e seguro

O levantamento confirma que o sistema de tratamento de água de Jundiaí está operando com eficiência, garantindo água de qualidade para a população. Sem registro de contaminação e com os parâmetros físico-químicos bem controlados, os moradores podem continuar consumindo a água da cidade com confiança.

O relatório completo está disponível para consulta junto ao DAE, reforçando a transparência e o compromisso com a saúde pública e a qualidade do abastecimento em Jundiaí.

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